Nunca me senti tão sozinho.
Sou a cinza do incenso.
Sou como a única fresta de sol que entra no quarto.
Sou como a única lágrima de um choro falso.
Sou como meus erros de português.
Sou a falta que sinto de um futuro próximo.
Sou a insistência de chegar, entrar e permanecer.
Sou o texto confuso e incompleto de um poeta bêbado, a imaturidade da criança, a tristeza sem fim, as surpresas desnecessárias, a espuma que transborda do copo.
Sou o homem, a mulher, o viado, o covarde, o babaca, a vaidade.
Sou o amor, o silêncio e a dor.
Cib, gostei bastante. Pra mim, o seu melhor momento até agora. Muito Bom.
ResponderExcluirBjus
Rick
Ah, adorei! Acho que me identifiquei com "o texto confuso de incompleto de um poeta bêbado". :p
ResponderExcluirEnfim, tá bem legal mesmo. Tá vendo que uma hora a maldita (leia inspiração) chega?
http://ilusoesdeamorpuro.blogspot.com/
pois é, e quando a inspiração dela chega, sempre dá nisso. Ela tem talento, e não acredita...rsrsrs
ResponderExcluirMe indentifiquei com a solidão contida nele.
"Sou a cinza do incenso."
ResponderExcluirSenti a solidão das suas palavras como se fosse minha.
Obrigado, Fê
"Sou como a única lágrima de um choro falso."
ResponderExcluiramei essa parte... me vi ai...
parabens Ci... vc tem mto talento.. sdd bjuss